Tipos de Rochas: Ígneas, Metamórficas e Sedimentares

Tipos de Rochas: Ígneas, Metamórficas e Sedimentares Rochas Ígneas ou Magmáticas:São formadas pelo magma solidificado expelido por vulcões, e ainda podem ser subdivididas em dois tipos: Intrusivas e Extrusivas; Rochas Magmáticas Intrusivas: São as rochas formadas pelo magma que se solidificou em grandes profundidades. Extrusivas :São as rochas que são formadas pelo magma que solidificou na superfície. Um exemplo de rocha Extrusiva é o Basalto. Rochas Metamórficas: são rochas que sofreram alterações na sua estrutura em decorrência de altas pressões e temperaturas. Exemplo de rocha metamórfica: Mármore. As rochas sedimentares: são constituídas de sedimentos, que são as inúmeras partículas de rochas, lamas e matéria orgânica, podendo até mesmo possuir em sua composição restos corpóreos de vegetais e animais. Ciclos Das Rochas : Todas as rochas se transformam em sedimentares e metamórficas, se transformam em magmática são fundidas por exemplo, quando entram em contato com o magma em erupção . Se Transformam em sedimentares quando são depositadas em bacia sedimentar e pequenos pedaços se unem-se formando uma só rocha devido á pressão.Se transformando em metamórficas quando sofrem algum tipo de transformação devido a mudanças na temperaturas e pressão combinadas. As rochas podem passar por ciclos e ficar variando assim de acordo com as condições do ambiente.

Levantamento Histórico dos Estudos do Sistema Solar


Anos a.C
750 a.C – Os Egípcios começaram a utilizar o movimento do sol para contar o tempo surgem os primeiro relógios do sol.
-600 a.C – O Pesquisador grego Tales de Mileto calcula e consegue prever a chegada de um eclipse.
-6350 a.C – O Matemático grego Eudoxo de Ciridos elabora o primeiro mapa astronômico .
240- a.C – O Grego Eratostene faz o primeiro calculo de circunferência do Planeta Terra e chega a conclusão que esta distancia é de 39,690Km²
Anos d.C
140 – Claudius Ptolomeu, pesquisador grego, elabora o primeiro modelo de universo: A Terra ficaria no centro e os planetas e estrelas girariam em torno dela.
1054 – Na China, observadores de estrelas relatam pela primeira vez a morte de uma estrela na constelação Touro.
1304 – O pintor renascentista italiano Giotto faz uma pintura relatando um cometa.
1472 – O Astrônomo alemão Johann Müller elabora com detalhes sobre a óbita de um cometa.
1543 – Nicolau Copernico, astrônomo polonês, desenvolve estudos provando a teoria do sol ( heliocentrismo ) de acordo com ela, todos os planetas do sistema solar giram ao redor do sol.
1610 – O italiano Galileu Galilei desenvolve um instrumento parecido com um telescópio para observar os astros.
1845 – O irlandês Wiliam Parsons elabora o maior telescópio de sua e descobre as primeiras galáxias espirais.
1851 – O Físico Frances Tean Bernard Leon Foucalt em 1851 comprovava o movimento de rotacao do Planeta Terra.
1862 – O físico sueco Anders Thomas descobre que o sol contém hidrogênio em sua composicao em 1962.
1929 – O astrônomo norte-americano Edwin Powell Hubble descobre em 1929 que as galaxias afastam-se uma das outras é a semente para o teoria do Big Bang, a explosão inicial que deu origem ao universo.
1957 – Lançado na orbita da Terra , pela primeiro vez na historia, um satélite artificial o feito foi realizado pelo programa espacial em
1957 a nave espacial soviético que levou a cadela Laika nessa missão foi chamada de spuntinik 2.
1963 – O norte-americano Maarten Shmid faz descobertas sobre os quasares, os astros mais distantes e mais poderosos quem existem no universo.

Referência:

SUA PESQUISA. Astronomia. Disponível em: < http://www.suapesquisa.com/astronomia/> Acesso em: 04 mai. 2016

Contexto Histórico, Filosófico e Social da Ciência

 No dia 13/05 os alunos do Instituto Federal, aprenderam e compreenderam sobre o Contexto Histórico, Filosófico e Social da Ciência.
Nesse contexto os estudantes puderam aprender que os conhecimentos científicos de antigamente eram passados através de mistos e histórias contadas para as pessoas, que naquele tempo também acreditavam.
Os estudantes do grupo, juntamente com o professor de sociologia entenderam a organização de classes na Idade Média ( pirâmide abaixo ).


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No caso, a Igreja era a predominante daquele tempo, ou seja, era a ordem mais rica e mais famosa da época.


Satélites Artificais

Os satélites artificiais são equipamentos criados pelos homens com o intuito de explorar o mundo. São corpos lançados no espaço por meio de foguetes destruídos.
Assim, em 04 de outubro de 1957 foi lançado pelos soviéticos o primeiro satélite artificial o Sputnik I, e em 3 de novembro de 1957 foi lançado o Sputnik II. Meses depois, em 31 de janeiro de 1958, os E.U.A. lançam seu primeiro satélite o Explorer 1. O primeiro satélite artificial brasileiro denominado "Satélite de Coleta de Dados" (SCD-1) foi lançado em 9 de fevereiro de 1993.

De acordo com a função que realizará no espaço, os satélites artificiais são classificados em:
Exploração: denominado também de “satélites científicos”, esses satélites são utilizados para realizar pesquisas sobre o Universo e o Sistema Solar. Esse trabalho é realizado por meio de telescópios, instrumentos de observação astronômica, sendo o telescópio espacial Hubble, o mais conhecido.
Observação: utilizados para criação de mapas e observações do meio ambiente terrestre, eles monitoram sobretudo o planeta Terra, por exemplo, os da série Landsat.
Comunicação: utilizado para os meios de comunicação e telecomunicações, de forma que envia os sinais de televisão, rádio, telefonia e internet, por exemplo, os da série Brasilsat.
Navegação: utilizado por diversas embarcações, substituiu a bússola, por exemplo os da série Inmarsat (Satélite Marítimo Internacional). Note que o sistema de posicionamento global, conhecido como GPS utiliza os satélites artificiais.
Meteorologia: utilizados para monitorar o tempo e o clima no planeta Terra, por exemplo, os da série Meteosat.
Militar: utilizado para estratégia militar, ou seja, para observar outros territórios, sendo também denominados de “satélites espiões”, por exemplo, o Programa de Suporte à Defesa (DSP).




INCAS ASTECAS E MAIAS

ATÉ MESMO NAS TRIBOS INCAS MAIAS E ASTECAS HAVIA ASTRONOMIA:

A ASTRONOMIA INCA:


No Observatório, encontra-se a Intihuantana, uma pedra sagrada que tinha como objetivo o culto ao deus Sol (que eles denominavam Inti), e que servia como instrumento científico para as observações astronômicas e cálculos meteorológicos sobre a forma redonda do céu que ajudavam a prever a época propícia para a colheita.Usavam a via lactea ou rio celestial, como chamavam, como eixo de orientação ritual e para o entendimento do clima terrestre.Existia a ideia de que tudo que fosse sagrado sobre a Terra, possuía sempre um reflexo no céu.


( Na Foto: Pedra Intihuantana)

A ASTRONOMIA MAIA:


Os Maias se destacam em grande parte , por suas descobertas de astronomia, feitas apenas com observação visuais . Como base a agricultura utilizavam muito a Astronomia, para prever os movimentos dos astros e a evolução. Os maias tinham o desejo de dominar as forças da natureza . Tendo o céu como guia , podiam determinar o melhor dia para ritual, uma colheita, uma batalha .E assim, cruzando a matemática a observação do céu , previsão incrível a duração dos ciclos lunar, solar e de Vênus . Segundo os maias, Vênus passa pela terra acada 583.935 dias . 



















( Na foto: Antigo Observatório de Chichén Itzá )

A ASTRONOMIA ASTECA:


Essas três tribos Conseguiram descobrir Vênus. No Calendário Maia eles registravam quando o sol completava seu ciclo , e conseguiram conhecer a duração dos ciclos lunar, solar e de Vênus. Alguns maias acreditavam que o céu tinha múltiplas camadas e era sustentado por quatro deuses de imensa força física. Eles tinham sua própria arquitetura, construíram suas próprias pirâmides e tinham sua matemática.



( Na foto: Antigo Calendário Asteca )

Instrumentos Antigos De Astronomia.

Instrumentos Antigos De Astronomia
 Dentre os antigos instrumentos de astronomia, podemos citar o Gnômon, o Astrolábio, o Sextante, o Quadrante Mural etc.

Gnômon

         Consistia apenas de uma vara fincada, geralmente na vertical, no chão. A observação da sombra dessa vara, provocada pelos raios solares, permitia materializar a posição do Sol no céu ao longo do tempo.
Verificaram que o instante em que a sombra era a mais curta do dia, correspondia ao instante que dividia a parte clara do dia em duas metades. A esse instante deram o nome de Meio-dia e a direção em que a sombra se encontrava nesse instante recebeu o nome de Linha do Meio-dia ou seja, linha meridiana.
Definiram que o início do Inverno ocorria quando a sombra ao meio-dia era  a mais longa. O início do Verão ocorria quando essa sombra era a mais curta. Para definir os instantes dos inícios da primavera e do outono, usaram a posição da sombra no instante em que ela dividia ao meio o ângulo formado pelas posições do Sol nos inícios do verão e do inverno.
Astrolábio
Na sua forma mais simples, o astrolábio era um disco circular, graduado em sua borda em unidades angulares, e uma régua linear que vinculada ao disco podia pivote-ar em torno de um eixo passando pelo centro do disco. Alçava-se o astrolábio pela sua parte superior, geralmente no dedo do observador, e apontava-se a régua ao astro desejado, lendo-se a graduação correspondente à altura do astro. Quando se conhecia a direção do norte local, o disco podia ser usado para medir distâncias angulares na horizontal, fornecendo o azimute do astro.
Com o aperfeiçoamento do astrolábio, esse instrumento passou a contar com três partes: o disco graduado, cuja parte central recebia a gravação de um sistema de coordenadas astronômicas, a régua linear e um segundo “disco” que era uma escultura das constelações locais e da eclíptica.
Com a observação da altura do astro, e com o conhecimento da estrela, diversas informações astronômicas podiam ser obtidas com a consulta à graduação central do astrolábio. Como era o caso do tombadilho de um navio no mar. Assim, o astrolábio foi um importante instrumento auxiliar na navegação astronômica antes do advento da bússola e mesmo completando as informações dadas por essa.

Sextante
O sextante pode ser considerado um sucessor do astrolábio. Consta de um setor circular de 600, graduado em seu bordo, e com uma régua linear pivotante em torno de um eixo passante pelo vértice central do setor circular. Direcionava-se a régua em direção ao astro e fazia-se a leitura da graduação do setor, obtendo-se a altura ou a distância zenital do astro.
Inicialmente construído para observações em terra firme, foi, mais tarde, readaptado para ser usado em navios. A partir de um sistema de espelhos podia-se observar, ao mesmo tempo, o horizonte e o astro, permitindo, então, a determinação da altura do astro.

Quadrante Mural
O quadrante mural não é nada mais que um sextante com um setor circular de 90° em vez dos 60° do sextante. Por outro lado, o quadrante mural foi concebido para ser fixo num local. Numa parede, geralmente vertical, desenhava-se um setor circular de 90°. Observava-se, desde a borda do setor circular, o passar do astro por um orifício numa parede perpendicular à primeira. Com a régua pivotante lia-se a altura do astro. Como eram instrumentos fixos, puderam ter suas dimensões bastante ampliadas, tornando-se um dos instrumentos mais precisos da astronomia antiga.

Um pouco sobre nós...

O blog Observatório Astronômico é uma idealização dos fundadores Amadores , do grupo IFPR CAMPUS AVANÇADOS ASTORGA .
O grupo imaginou como seria se todas as pessoas tivessem a oportunidade de apreciar a beleza do universo de forma simples .
Focamos na divulgação de aprendizado sobre a ASTRONOMIA de uma forma precisa , e satisfatória e aberta para todos e assim a expansão do conhecimento e descoberta dessa área.
Acreditamos que esse estudo não deveria ser fechado e restrito ,as pessoas desconhecem esse assunto ou apenas para uma parte da população .
Por isso , Criamos um site para o conhecimentos de todos , e oportunidade para qualquer cidadão conhecer o universo .
A Astronomia, é uma ciência maravilha de ser estudada e descobrir algo a respeito , é uma das poucas áreas que os amadores não são amadores , profissionais em simbologia altamente produtiva .


Este Blog Proporciona explorar , descobrir , divulgar e participar da evolução humana a eterna busca de conhecimento .

A ideia inicial.



De acordo com todos os participantes do projeto foi decidido que iriamos construir um telescópio, fizemos algumas pesquisas para sabermos de onde começar, porém, como estudantes estávamos procurando projetos para construção do mesmo de custo baixo. Encontramos um projeto completo, passo a passo, porém, o custo era muito alto. Com a ajuda do professor de física, conseguimos encontrar um projeto mais viável. Este projeto consiste na construção de uma luneta, com custos baixos e materiais mais acessíveis, fizemos uma pequena busca em cima dos materiais necessários para a construção do mesmo. A partir da pesquisa realizada com o apoio de todos do grupo, decidimos por fim que, iriamos construir a luneta.

O trabalho em grupo.

      
A ideia do trabalho em grupo é a cooperação de todos os integrantes ,para atingir um melhor resultado.
O trabalho em equipe possibilita a troca de conhecimentos e mais facilidade na conclusão dos objetivos.

Nesse trabalho temos como finalidade a construção da luneta,mais isso somente será possível com o esforço do grupo.

Conhecendo o planetário da UEL (Universidade Estadual de Londrina)

Conhecendo o planetário da UEL (Universidade Estadual de Londrina)


Os alunos do IFPR- Campus Avançado Astorga realizaram uma visita técnica ao Planetário da universidade estadual de londrina. Concluindo diversas teorias discutidas entre eles.
Essa visita foi de muita importância, pois eles estão estudando os planetas, descobriram que antigamente vários dos povos usavam as estrelas para ter uma previsão de quando caçar, pescar, e para se localizar, também vários dos alunos não sabiam da existência dos planetas anões, aprendendo por fim os nomes dos conhecidos. 

Observatórios Astronômicos


O que é um observatório Astronômico?                                 
Um Observatório é o local usado para observações e estudos de eventos terrestres e celestes.
Normalmente os observatórios são instalados em locais onde não haja poluição luminosa. Há outros fatores que influenciam no local de instalação do observatório, como a umidade do ar, que prejudica a óptica do telescópio, entre outros. Deste modo, o melhor local para a instalação de observatórios astronômicos são as montanhas altas, que tenham a menor umidade relativa do ar e que não tenham poluição luminosa. Na verdade, um observatório não necessita de ser instalado somente em montanhas, mas sim, em pontos altos de uma cidade ou lugar.
Dentro de um observatório astronômico, o astrônomo realiza suas pesquisas em diversas áreas da Astronomia, se observarmos uma estrela por exemplo, com outros equipamentos como o espectroscópio, podemos saber a sua distância de nós, podemos saber a sua composição química, sua temperatura, seu fluxo de luminosidade entre outros. Temos a intenção de construir um observatório na cidade no futuro, caso conseguirmos os recursos necessários.